Depois da estreia no Rio de Janeiro e em Brasília, o documentário “Meu Nome é Jacque” chegou a São Paulo na noite desta terça-feira (3). A sala CineEspaço, no Shopping Frei Caneca, ficou lotada de pessoas interessadas na história de Jacqueline Côrtes, mulher trans de 56 anos, ativista de muitas causas, como da mulher, da população LGBT, do HIV/aids, que trabalhou no governo e representou o Brasil na ONU (Organização das Nações Unidas), sempre em defesa dos direitos humanos.
Jacque, como é conhecida, veio com o marido Victor de Araruama, no litoral do Rio, onde vive atualmente com ele e um casal de filhos. De outras cidades vieram as duas irmãs e os dois irmãos – todos eles aparecem no filme, dirigido por Angela Zoé, também diretora de “Betinho – Esperança Equilibrista”.
A presença da família no documentário, dando depoimentos sobre a vida com Jcaque desde a infância, a relação com os pais, os colegas de escola, entre outros, chamou atenção.
A forma amorosa como isso se deu foi comentada no debate que seguiu à apresentação, promovido pelo jornal “Folha de São Paulo”, com participação de Jacque, Angela e Daniel Ribeiro, diretor de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”.
“Foi mera coincidência a participação da família”, contou Angela Zoé. “Simplesmente, no dia em que fui a Araruama filmar, os irmãos estavam lá, porque precisaram se encontrar para resolver uma pendência burocrática. Aproveitei e gravei os depoimentos deles.”
O documentário será exibido sábado (7 de maio) na Globonews, às 20h30.
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