O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou na manhã desta sexta-feira (29), durante o 11º Congresso de HIV/Aids e 4º Congresso de Hepatites Virais, em Curitiba, que São Paulo é uma das cidades elegíveis para receber a certificação da eliminação da transmissão vertical (TV) do HIV.
“Nós recebemos vários municípios que estão certificados para eliminação da transmissão vertical do HIV, de mãe para filho. E esperamos que o Brasil todo avance nesse sentido para que nós possamos ser, eventualmente, mais um país que eliminou a transmissão vertical do vírus HIV, que é uma tarefa difícil, mas possível de alcançar”, afirmou Barros.
O processo de avaliação para certificação obedece aos parâmetros da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os munícipios que responderem a esses critérios estarão aptos a receber o prêmio pela eliminação da transmissão vertical do HIV.
A capital paulista é uma dessas cidades. O mistro também anunciou que outras cidades e São Paulo também já se candidataram para receber o certificado, como Ourinhos e Taboão da Serra.
O processo de avaliação para certificação obedece aos parâmetros da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os munícipios que responderem a esses critérios estarão aptos a receber o prêmio pela eliminação da transmissão vertical do HIV.
A capital paulista é uma dessas cidades. O mistro também anunciou que outras cidades e São Paulo também já se candidataram para receber o certificado, como Ourinhos e Taboão da Serra.
O Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo conta com uma série de estratégias para o enfrentamento da TV do HIV, mas também da sífilis e das hepatites B e C. São, por exemplo, documentos que orientam os profissionais da saúde a prevenir essa infecção de mãe para filho, seja durante o pré-natal, no parto e até no aleitamento materno.
Outro exemplo de ação realizada pelo programa municipal é a distribuição da fórmula láctea para mulheres que são acompanhadas pelas unidades da Rede Municipal Especializada em infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)/Aids. Elas recebem a fórmula para poderem alimentar o bebê até a criança completar dois anos de idade, já que o recém-nascido não pode consumir o leite da mãe, fonte de infecção.
“Isso é resultado de um conjunto de esforços de vários setores da Secretaria Municipal da Saúde. Ficamos muito satisfeitos de poder eliminar a transmissão vertical do HIV”, celebra Cristina Abbate, coordenadora do Programa.
Outro exemplo de ação realizada pelo programa municipal é a distribuição da fórmula láctea para mulheres que são acompanhadas pelas unidades da Rede Municipal Especializada em infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)/Aids. Elas recebem a fórmula para poderem alimentar o bebê até a criança completar dois anos de idade, já que o recém-nascido não pode consumir o leite da mãe, fonte de infecção.
“Isso é resultado de um conjunto de esforços de vários setores da Secretaria Municipal da Saúde. Ficamos muito satisfeitos de poder eliminar a transmissão vertical do HIV”, celebra Cristina Abbate, coordenadora do Programa.
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